IA com crachá: OpenAI lança Presence e leva agentes ao trabalho sério
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IA com crachá: OpenAI lança Presence e leva agentes ao trabalho sério

22 de julho de 2026Márcio Petito2 min de leitura
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Segundo o Olhar Digital, a OpenAI acaba de anunciar o Presence, uma plataforma pensada para ajudar empresas a colocar agentes de inteligência artificial para trabalhar de verdade dentro dos seus siste...

Márcio Petito

Márcio Petito

CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança

Segundo o Olhar Digital, a OpenAI acaba de anunciar o Presence, uma plataforma pensada para ajudar empresas a colocar agentes de inteligência artificial para trabalhar de verdade dentro dos seus sistemas. E quando digo "de verdade", não estou falando de um chatbot que responde perguntas simples. Estou falando de agentes com permissões, testes e supervisão antes de entrar em operação. Ou seja, é a IA saindo do modo experimental e entrando no modo corporativo, com regras claras de quem pode fazer o quê.

Confesso que essa notícia me deixou animado, mas também com o pé atrás. Anima porque finalmente alguém percebeu que empresa não é laboratório. Deixa cauteloso porque, como todo bom analista de TI sabe, colocar um agente autônomo mexendo em sistemas internos sem governança é receita para dor de cabeça. E é justamente nesse ponto que o Presence parece querer se posicionar.

O que muda quando o agente ganha permissões

Até agora, a maioria das empresas usava IA de forma tímida. O funcionário abria uma ferramenta, fazia uma pergunta, copiava a resposta e seguia a vida. Funcionava, mas era pouco. O que a OpenAI propõe com o Presence é diferente: o agente passa a ter acesso controlado aos sistemas internos, pode executar tarefas e, principalmente, tudo isso acontece dentro de um ambiente com camadas de segurança.

Na prática, isso significa três coisas que importam para quem toca a TI de uma empresa pequena ou média:

  • Permissões definidas: você decide o que o agente pode acessar e o que fica fora do alcance dele, evitando que ele "passeie" por onde não deve.
  • Ambiente de testes: dá para experimentar o comportamento do agente antes de soltá-lo no ambiente real, reduzindo o risco de surpresas desagradáveis.
  • Supervisão humana: alguém continua no comando, acompanhando e validando as ações antes que virem operação de fato.

Parece óbvio, mas não é. Muita gente vendeu IA nos últimos anos como se fosse mágica que se resolve sozinha. A realidade é bem mais chã: automação séria exige processos otimizados, controle e responsabilidade. E é bom ver uma gigante como a OpenAI reconhecendo isso na estrutura do produto.

Por que isso interessa à empresa pequena e média

Talvez você, dono de empresa ou responsável pela TI, esteja pensando: "isso é coisa de multinacional

Fonte da Matéria

Segundo olhardigital

olhardigital.com.br

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