Samsung aposta em óculos com IA e redesenha o futuro do trabalho
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Samsung aposta em óculos com IA e redesenha o futuro do trabalho

22 de julho de 2026Márcio Petito2 min de leitura
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Segundo o Olhar Digital, a Samsung usou o palco do Unpacked 2026, em Londres, para mostrar uma linha de produtos que soa como um recado direto ao mercado: o futuro dos dispositivos é dobrável, vestíve...

Márcio Petito

Márcio Petito

CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança

Segundo o Olhar Digital, a Samsung usou o palco do Unpacked 2026, em Londres, para mostrar uma linha de produtos que soa como um recado direto ao mercado: o futuro dos dispositivos é dobrável, vestível e cheio de inteligência artificial. Foram três dobráveis, dois smartwatches e, o item que mais chamou atenção, um par de óculos inteligentes turbinado com IA do Google. Os preços para o Brasil ficaram para depois, mas o desenho estratégico já está claro.

Quem acompanha o setor há algum tempo percebe que a fabricante coreana está fazendo algo interessante. Em vez de apostar tudo em um único produto revolucionário, ela distribui a inovação em várias frentes. O dobrável Ultra representa o topo da linha, os smartwatches reforçam o ecossistema de saúde e os óculos apontam para uma aposta de longo prazo na computação vestível. É uma jogada de tabuleiro, não de sorte.

O que me interessa aqui não é apenas o brilho dos lançamentos. É entender o que isso significa para quem toma decisões dentro de uma empresa, especialmente aquelas de porte pequeno e médio que precisam pensar em produtividade sem gastar mais do que deveriam.

Por que os óculos com IA merecem sua atenção

Os óculos inteligentes com IA do Google são a estrela discreta desse anúncio. Enquanto os dobráveis já viraram rotina nos eventos da Samsung, os óculos representam uma tentativa concreta de tirar a inteligência artificial da tela do celular e colocá-la no seu campo de visão. A ideia de ter um assistente que enxerga o que você enxerga e responde em tempo real deixa de ser ficção.

Para o ambiente corporativo, isso abre possibilidades que vão além do consumo pessoal. Pense em um técnico de campo que precisa consultar um manual sem tirar as mãos do equipamento. Ou em um profissional de logística que recebe instruções visuais enquanto separa mercadorias. A IA vestível pode se tornar uma ferramenta de processos otimizados, e não apenas mais um gadget bonito na vitrine.

Claro, ainda estamos no começo. Todo mundo que trabalha com tecnologia sabe que a primeira geração de um produto costuma servir mais para aprender do que para escalar. Mas ignorar essa tendência seria um erro. Quem se antecipa entende o terreno antes dos concorrentes.

Dobráveis e relógios: o ecossistema fala mais alto

Os três dobráveis e os dois smartwatches reforçam algo que a Samsung entende bem: dispositivo isolado tem valor limit

Fonte da Matéria

Segundo olhardigital

olhardigital.com.br

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