

Quando até o Google precisa dizer "não" para a Meta: a IA tem teto
Segundo o Olhar Digital, o Google decidiu apertar o cinto e limitar o acesso da Meta ao Gemini, sua estrela em inteligência artificial. O motivo? Excesso de uso. Sim, parece que nem mesmo as big techs...
Márcio Petito
CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança
Segundo o Olhar Digital, o Google decidiu apertar o cinto e limitar o acesso da Meta ao Gemini, sua estrela em inteligência artificial. O motivo? Excesso de uso. Sim, parece que nem mesmo as big techs têm capacidade infinita quando o assunto é processar IA em escala industrial.
E aqui mora um detalhe curioso: a Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, batendo na porta do concorrente em busca de potência computacional. É como pedir açúcar emprestado para o vizinho — só que o açúcar custa bilhões e roda em servidores famintos por energia.
O episódio escancara uma verdade que muita gente prefere ignorar: a corrida da IA não é só sobre algoritmos brilhantes, mas sobre infraestrutura física. Data centers, chips, eletricidade. Há um limite real para todo esse entusiasmo digital, e ele começa a aparecer.
Fico pensando se não estamos diante do primeiro sinal de que a euforia da IA pode esbarrar em gargalos bem concretos. A nuvem, afinal, tem teto.
E você, acredita que a infraestrutura aguenta o ritmo dessa revolução?
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